logo

ISSN 0011-6793
versão impressa
ISSN 1850-1702
versão online

Instruções aos autores

 

Forma e preparação de manuscritos

 

Darwiniana é uma publicação aberta a trabalhos científicos originais (primários) e revisões sobre temas de botânica num amplo espectro de áreas, com exceção dos artigos de índole agronômica e rigorosamente aplicados (de transferência direta). A partir do volume 44, Darwiniana não publicará artigos sobre extensão da área de táxons dentro da Argentina, a não ser que apresentem padrões de distribuição peculiares. Porém, são considerados para sua publicação artigos com novas citações de táxons para o país sempre que cumpram os seguintes requisitos: 1) o táxon não deve estar registrado para a Argentina em bases de biodiversidade como " Florae Australis©" ou "Trópicos"; 2) a nota deve conter um mapa onde se assinale a nova distribuição e uma chave para identificar o táxon novedosamente citado dos táxons da mesma faixa mais afins. Este tipo de artigos são publicados numa seção de notas corológicas. Darwiniana estão concentrados geralmente nas seguintes áreas:
Arqueobotânica e Etnobotânica
Estrutura e Desenvolvimento
Biologia Reprodutiva
Ecologia e Fitogeografia
Genética; Sistemática
Taxonomia de Plantas Avasculares
Sistemática e Taxonomia de Plantas Vasculares
A Comissão editorial publica comunicações aos assinantes, recensões, obituários e as instruções para autores na seção Miscelânea.
O processo de edição contempla 4 etapas principais correlativas: 1) avaliação preliminar do tema, a qualidade e a apresentação do manuscrito (a cargo da Comissão de Redação Científica); 2) avaliação do conteúdo do manuscrito a cargo de 2 árbitros externos à equipe editorial; 3) correção do estilo (a cargo do Editor Associado); 4) revisão das provas de impressão (a cargo do autor, o Editor Associado e o Editor Científico).

Como este processo precisa de uma comunicação fluida entre o autor e a equipe editorial de Darwiniana, por favor consulte a melhor alternativa de comunicação de acordo a suas possibilidades. Recomenda-se muito especialmente aos autores a leitura e revisão crítica do texto, em particular sua redação, sintaxe e ortografia, citações e referências bibiográficas, nomes científicos e as abreviaturas de seus autores.
 

 

Forma e preparação de manuscritos

 

Gerais
São aceitos artigos escritos em espanhol ou em inglês. O original deve apresentar-se a espaço duplo em papel tamanho carta (21,5 x 28 cm) com 3 cm de margem ao seu redor e em páginas numeradas. Só há 1 espaço entre as palavras. As marcas de parágrafo (“enter”) são colocadas somente no final de cada parágrafo. Não utilize marcas de tabulação. Todos os parágrafos (inclusive os títulos) estão alinhados à esquerda, sem endentados, centralizados ou alinhados em parte alguma do texto. Darwiniana segue, a partir do tomo 44, os seguintes manuais de estilo: 1) "The Chicago Manual of Style" (2003), 15th edition, Chicago, University of Chicago Press, para os textos em inglês; 2) X. Fuentes Arderiu, F. Antoja Ribó & M. J. Castiñeiras Lacambra (200-?), "Manual de Estilo para la Redacción de Textos Científicos y Profesionales", < http://www.ifcc.org/ria/docs/estilo2.pdf>, [consulta: 24 de novembro de 2005], e "Manual de estilo de la lengua española" (2000) de J. Martínez de Souza, Gijón, Ediciones Trea, para os textos em espanhol.
O manuscrito se divide nas seguintes partes: 1) título e autores; 2) resumo e abstract; 3) texto; 4) bibliografia; 5) tabelas; 6) ilustrações. A seguir são resumidas as diretrizes principais de estilo de cada uma destas partes. Ante qualquer dúvida, recomenda-se seguir o estilo do último volume de Darwiniana, ou envie sua consulta ao correio eletrônico da revista.
Título e autores
    A primeira página do manuscrito contém a seguinte informação em parágrafos separados: 1) título; 2) autores; 3) lugar de trabalho dos autores; 4) endereço postal ou correio eletrônico do autor que receberá a correspondência (autor correspondente ou “corresponding author”); e 5) título abreviado (“running title”) que acompanha o logotipo editorial no cabeçalho das páginas.
    O título do artigo se escreve com maiúscula e sem ponto final. Os nomes de espécies ou gêneros vão em itálico. Os nomes de espécies ou gêneros de plantas vasculares vão acompanhados do nome da família entre parênteses (subfamílias ou tribos conforme os casos). Os nomes de táxons de plantas não vasculares vão acompanhados pelo nome da Divisão entre parênteses. Os nomes científicos citados no título não levam as abreviaturas de seus autores.
    O nome do autor, ou autores, é escrito com maiúscula. Utiliza-se “&” (tanto em inglês quanto em português) para ligar o último autor com os anteriores.
    O lugar de trabalho se indica com chamadas só se são dois ou mais autores e trabalham em lugares diferentes. No final desse parágrafo se acrescenta o endereço postal ou o endereço de correio eletrônico do autor correspondente (“corresponding author”).

    O título abreviado que acompanha o logotipo editorial no cabeçalho das páginas não deve exceder uma linha de longitude levando em conta a citação dos autores.

Resumo e abstract
    A segunda página do manuscrito contém, na seguinte ordem e em parágrafos separados: 1) o resumo em espanhol; 2) as palavras chave em espanhol; 3) o resumo em inglês (“abstract”); e 4) as palavras chave em inglês (“key words”).
    Tanto o resumo quanto o “abstract” consistem num único parágrafo (não têm pontos à linha). O abstract e o resumo incluem autores, ano, título do trabalho, uma exposição breve do objetivo e relevância do estudo, os materiais e métodos, os principais resultados e conclusões.
    Recomenda-se não exceder as 8 palavras chave. Em geral refletem o tema, os táxons estudados (de categoria gênero ou superior) e a área geográfica. Os nomes científicos das espécies não são aceitos como palavras chave.
    O conteúdo do resumo e do “abstract” devem ser idênticos. O mesmo requisito devem cumprir as palavras chave e as “key words”.

Texto geral
    Aconselha-se organizar o texto nos seguintes capítulos: INTRODUÇÃO, MATERIAIS E MÉTODOS, RESULTADOS, DISCUSSÃO E CONCLUSÕES, AGRADECIMENTOS. O esquema proposto pode variar, por exemplo em trabalhos taxonômicos.
    Os títulos dos capítulos se escrevem com maiúsculas e sem numerar. Os títulos dos gêneros e espécies (ver os exemplos em“Texto dos tratamentos taxonômicos”) se escrevem com negrito e estão numerados.
    Dentro de cada capítulo é possível usar até 2 níveis de subtítulos. O subtítulo de primeiro nível está alinhado à esquerda, escreve-se em itálico, não tem ponto final e o parágrafo começa numa linha separada. O subtítulo de segundo nível está alinhado à esquerda, escreve-se em itálico e termina num ponto a seguir.
    No capítulo de “Materiais e Métodos” dos trabalhos não taxonômicos deverão constar os dados completos dos exemplares de herbário que servem como referência do material estudado (ver o estilo do material examinado em estudos taxonômicos).
    Os nomes latinos dos gêneros, as espécies e as categorias infra-específicas se escrevem em itálico, mas não as abreviaturas como sp. nov., comb. nov., var., sens. lat., non, ex, in, et, nem os nomes dos subgêneros e seções.
    Respeitam-se os sinais diacríticos próprios de cada idioma (trema, acentos, etc.), inclusive nas maiúsculas. As frases não começam com abreviaturas ou com gerúndios.
    Os fragmentos, frases ou palavras que se transcrevam em idioma estrangeiro se apresentam entre aspas, por exemplo: «standard» (em seu defeito use-se estándar), «in vitro», «stand», etc.
    Os números se escrevem com caracteres arábicos, exceto quando são início de oração, caso em que deverá escrever a palavra completa.
    As unidades de medida e as abreviaturas dos pontos cardinais não levam ponto, por exemplo: cm, g, ml, µm, etc.; ou N, S, NE, SO.
    Deixar um espaço depois de todo sinal de pontuação: A. L. Cabrera e não A.L. Cabrera (exceto no tratamento de nomenclaturas); BA, LP, SI, e não BA,LP,SI) e entre números e unidades de medida (8 mm e não 8mm).
    Os acrônimos se escrevem totalmente com maiúsculas e sem pontuação, por exemplo: FAA (por formol, álcool e ácido acético).
    O estilo das citações bibliográficas ou referências da bibliografia no texto é: (Gamundí, 1960), (Gamundí, 1960: 135), ... conforme Gamundí (1960), Jones & Smith (1970), ou (Naranjo et al., 1982) quando são 3 ou mais autores.
    Todas as tabelas e as ilustrações devem citar-se no texto com o seguinte estilo: (Tabela 2), (Fig. 3 C), (Fig. 2C-E, H), (Figs. 3B e 4C-G). As notas no rodapé se indicam com números arábicos consecutivos.

Texto dos tratamentos taxonômicos
    Os táxons novos para a ciência devem estar ilustrados, principalmente no que diz respeito a seus caracteres diagnósticos. Recomenda-se incluir uma discussão de suas relações com os táxons mais afins, uma chave e mapas de distribuição. Os  autores de táxons são abreviados de acordo com “Authors of Plant Names” (Brummit & Powell, 1992). As siglas dos autores dos táxons deverão ser escritas só com a letra inicial em maiúscula. Apenas se indicam a primeira vez que se nomeiem as categorias taxonômicas no texto ou, senão, devem figurar na lista de material estudado.
    Os livros se abreviam conforme o “Taxonomic Literature”, 2ª edição.
    Os herbários se abreviam segundo o “Index Herbariorum” (Holmgren et al., 1990), 8ª edição.
    Os nomes vulgares das espécies se escrevem como substantivos próprios, entre aspas e separados por vírgulas.
    Todos os nomes de autores citados formalmente no texto figurarão completos: Linnaeus, não L.; Humboldt, Bonpland & Kunth, não H.B.K., etc.
    Recomenda-se citar obras onde se encontre ilustrada a espécie em tratamento (especialmente se não se ilustra dentro do trabalho essa espécie em particular).
    A nómina nuda, nomes mal aplicados e nomes supérfluos serão incluídos, quando corresponda, em observações e não sob a sinonímia de cada espécie.
    Os gêneros (títulos em maiúscula-negrito) e as espécies (títulos em negrito) são enumerados em forma alfabética com números arábicos, dentro de cada família ou gênero. Os táxons infra-específicos (títulos em negrito) são enumerados com letras minúsculas dentro de cada espécie.
    Utiliza-se um parágrafo por espécie, e se deve respeitar a pontuação especificada:
    Panicum hirticaule J. Presl, Reliq. haenk. 1: 308. 1830. Panicum polygamun Sw. var. hirticaule (J. Presl) E. Fourn., Mexic. pl. 2: 28. 1886. Panicum capillare L. var. hirticaule (J. Presl) Gould, Madroño 10: 94. 1949. TIPO: México. Guerrero: Acapulco, Haenke s.n. (holotipo PR, não visto; isotipos MO-1837663, US- 80698). Fig. 2.

    Panicum capillare L. var. miliaceum Vasey, Contr. U.S. Natl. Herb. 1: 28. 1890, hom. illeg. Panicum sonorum Beal. Grasses N. Amer. 2: 130. 1896. Panicum hirticaule J. Presl. var. miliaceum (Vasey) Beetle, Phytologia 47: 381. 1981. TIPO: México. Sonora: Lerdo, 1889, Palmer 947 (holotipo, US-2903025; isotipo, SI).
    Depois de um tratamento taxonômico se acrescentam, segundo corresponda ou não, os seguintes capítulos: NOMES DUVIDOSOS E TÁXONS EXCLUÍDOS (antes de AGRADECIMENTOS);ÍNDICE DE NOMES CIENTÍFICOS E VULGARES, ÍNDICE DE COLECIONISTAS (depois de BIBLIOGRAFIA).
    As chaves devem ser dicotômicas e estar alinhadas à esquerda, sem endentar. Deve evitar-se que os dilemas constituam descrições. As chaves devem ser coincidentes com as descrições de cada táxon e os caracteres dos dilemas devem estar corretamente contrapostos.
    Os especímenes serão citados por ordem alfabética (por país, estado, etc.), no texto respeitando a pontuação especificada:
    Material examinado (ou Material representativo citado)
    ARGENTINA. Córdoba. Depto. Colón: Quebrada de Río Ceballos, 20-III-1971 (fl), Subils 1197 (CORD). Corrientes. Dpto. Ituzaingó, Ituzaingó, 23-IV-1935, Ibarrola s.n. (BAA).
    BRASIL. Rio Grande do Sul. Alegrete, 39 km W ruta BR-290, 19-I-1973 (fl), Krapovickas et al. 22781 (BAA, CTES, SI). Santa Catarina. 17 Km NE of the S. Catarina-RGS border, BR-116, 25-V-89 (fl, fr), Davidse et al. 11145 (MO, SI, SP).
    Se o número de especímenes estudados é elevado, deve citar-se sob cada espécie uma coleção por área geográfica (departamento, estado, localidade etc.). É possível agregar, depois da bibliografia, uma lista completa do material examinado, ordenado alfabeticamente por coletor, seguido por número de coleção e número do táxon no texto (entre parênteses).
    É conveniente dar informação sobre a floração (fl) e frutificação (fr) de cada espécie.
    Os agradecimentos ocupam um único parágrafo e é costume mencionar as pessoas que contribuíram acadêmica ou tecnicamente no trabalho, bem como também as entidades que financiaram o desenvolvimento da pesquisa. Os nomes das pessoas são citados sem seu título profissional.

Bibliografia

    A bibliografia se ordena por ordem alfabética de autores e em ordem cronológica quando sejam citados vários trabalhos do mesmo autor, respeitando a pontuação especificada. A partir do volume 48 as publicações periódicas não são abreviadas.

    Clayton, W. D. 1987. Andropogoneae, en T. R. Soderstrom, K. W. Hilu, C. S. Campbell & M. E. Barkworth (eds.), Grass Systematics and Evolution, pp. 307-309. Washington D. C.: Smithsonian Institution Press.
    Johri, B. M. 1998. Embryology of Angiosperms, 2ª. edición, 2 vols. Berlin: Springer.
    Pozner, R. & A. A. Cocucci. (Sine data). Floral structure, anther development and pollen dispersal of Halophytum ameghinoi (Halophytaceae). International Journal of Plant Sciences; forthcoming.
    Rosengurtt, B.; A. Laguardia & B. R. Arrillaga de Maffei. 1972. El carácter lípido del endosperma central en especies de gramíneas. Boletín de la Facultad de Agro­nomía de la Universidad de Montevideo 124: 1-43.
    Rosato, V. G. 2001. Degradación del hormigón por acción liquénica. Actas de la Reunión de la Asociación Argentina de Tecnología del Hormigón, 25-26 de octubre de 2001, Olavarría (Argentina), Tomo I: 97- 103.
    Rúgolo de Agrasar, Z. E. & M. E. De Paula. 1978. Agrostis, en M. N. Correa (ed.), Flora Patagónica. Colección Científica del Instituto Nacional de Tecnología Agrope­cuaria 8(3): 369-394.
    Schwarz, G. J. 2000. Multiwavelength analyses of classical carbon-oxygen novae. Ph.D. diss., Arizona State University.
    Zimmerer, K. S. 1995. Global Economic Integration and Rural Environmental Change in the Andean Countries, the Conference on the New World Economic Order and Environments [on line]. Earthworks (Texas, USA): University of Texas. Austin.
    <http://www.utexas.edu/depts/grg/eworks.html>. [Accessed March 2004].
    A bibliografia deve conter todas as referências citadas no texto. Do mesmo modo, todas as referências incluídas na bibliografia devem estar citadas no texto.

Tabelas

    As tabelas devem ser realizadas com “Excel” ou a ferramenta “Tabela” de “Word” para“Windows”.
    Cada tabela começa numa página separada e não contém linhas verticais ou horizontais.
    A legenda da tabela é um parágrafo a espaço duplo que encabeça a página da tabela com o seguinte estilo: “Tabela 1.- Título. Explicações adicionais para a interpretação da tabela. Abreviaturas: a, …; b, …; c,…
    As notas de parte inferior das tabelas são enumeradas com letras minúsculas e se detalham num parágrafo separado debaixo da legenda.

Ilustrações

    Todas as ilustrações (desenhos, diagramas, gráficos, mapas e fotografias) são denominados como figuras e se numeram consecutivamente no texto.
    Se desenha as ilustrações com computador ou digitaliza ilustrações feitas a mão, leve em conta que se utilizam arquivos de formato TIF com 300 a 600 ppp para a compaginação das provas de impressão, e arquivos de formato JPG para a arbitragem.
    Não se aceitam desenhos nem fotografias agrupadas numa mesma figura.
    As ilustrações respeitam o tamanho e a proporção da caixa da revista (15 cm x 19 cm ou relação longitude : largura = 1,27) ou a largura de uma coluna (7 cm); na medida do possível se reserva um espaço para as legendas. Podem ser de menor longitude, mas conservam a largura.
    Os elementos de cada figura são denominados com letras maiúsculas colocadas, de preferência, à direita e abaixo de cada desenho ou fotografia, dentro do possível com um ordenamento horizontal descendente de esquerda a direita. Os detalhes particulares de cada elemento se denominam com letras ou abreviaturas em minúscula.
    As letras do desenho original têm um tamanho tal que quando forem reduzidas à caixa da revista alcancem um corpo de 3 mm.
    As figuras levam uma escala impressa em cm, mm ou µm. Recomenda-se orientar todas as escalas de uma mesma ilustração em posição vertical ou horizontal. Quando há mais de uma escala na mesma figura, é possível usar o seguinte estilo de escala: logo
    As legendas das figuras se escrevem uma após a outra numa folha separada anexa ao texto, com a seguinte forma: Fig. 1.- Título. A, ... . B, ... . Abreviaturas: a, ...; b, ... .
    Os mapas estão enquadrados dentro de uma caixa feita com traço fino simples. O norte do mapa está orientado para a margem superior da caixa. São incluídas no mínimo 2 marcas de latitude e longitude e uma escala gráfica em quilômetros.
    Publicam-se fotografias a preto e branco. Devem apresentar bom contraste, foco e, segundo os casos, uma gama de cinzas. As fotografias de microscopia fotônica se preferem com fundo claro (cinza), com exceção dos casos especiais de campo escuro e fluorescência. As fotografias de microscopia eletrônica de varredura se aceitam com fundos escuros, livres de cargas muito manifestas e com material relativamente pouco deformado pela desidratação. As fotografias de microscopia eletrônica de transmissão devem estar livres de grandes raspaduras.
    As letras e as escalas devem levar um fundo branco discreto, sempre que seja necessário para facilitar sua leitura.

      Nos desenhos compostos com cópias fotográfícas sobre papel, as cópias não devem estar separadas por espaços para simular o quadro branco (caminho) que separa cada imagem dentro de um desenho. Os  caminhos são inseridos durante a montagem da prova de impressão.
 

 

Envio de manuscritos

 

Separados
Darwiniana distribui aos autores em forma gratuita os arquivos de seus artigos em formato PDF. Os separados impressos se fazem sob pedido e por conta dos autores.       
Envio de manuscritos
   Uma nota de apresentação com o endereço postal completo, e-mail, telefone e fax.
    Os arquivos eletrônicos do texto e as ilustrações podem ser enviadas por correio eletrônico.

Toda correspondência relativa à revista:
Darwiniana deverá ser encaminhada respetivamente a:
Sr. Director DARWINIANA
Instituto de Botánica Darwinion,
Casilla de Correo 22 B1642HYD San Isidro, Buenos Aires
ARGENTINA
Tel: (54 11) 4743-4800 Fax: (5411) 4747-4748
E-mail: rpozner@darwin.edu.ar
Internet: www.darwin.edu.ar

 

 

[Home] [Sobre esta revista] [Corpo editorial] [Assinaturas]


2014 Instituto de Botánica Darwinion (IBODA-CONICET-ANCEFN)

Casilla de Correo 22
(B1642HYD) - San Isidro (Pcia. de Buenos Aires)
República Argentina

Tel.: (+54 11) 4743-4800
Fax: (+54 11) 4747-4748

www.darwin.edu.ar
rpozner@darwin.edu.ar

SciELO Argentina URL: http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_serial&pid=0011-6793&lng=es&nrm=iso