Scielo RSS <![CDATA[Cuadernos de antropología social]]> http://www.scielo.org.ar/rss.php?pid=1850-275X20150001&lang=en vol. num. 41 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.org.ar/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.org.ar <![CDATA[Pueblos indígenas, Estados y educación superior: Aprendizajes de experiencias en varios países de América Latina potencialmente útiles a los procesos en marcha en Argentina]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=en En varios países latinoamericanos, en las últimas tres décadas, se han creado un número significativo de universidades y otras instituciones de educación superior (IES) que según los casos se denominan indígenas y/o interculturales. Adicionalmente, han surgido licenciaturas, diplomados y diversos tipos de programas especiales orientados a la inclusión de personas indígenas en universidades y otras IES "convencionales" (aquellas que no han sido creadas para responder a necesidades, demandas o propuestas de comunidades de pueblos indígenas o afrodescendientes.). Algunas de estas modalidades educativas han sido impulsadas por organizaciones y/o dirigentes indígenas, otras por universidades y otras IES "convencionales", otras mediante alianzas entre estos tipos de instituciones y organizaciones indígenas, y otras por iniciativas de los Estados. En Argentina estos procesos son relativamente más recientes que en varios otros países de la región. Este artículo presenta un panorama de los tipos de experiencias que vienen desarrollándose en varios países latinoamericanos, señala sus principales logros y desafíos, y propone algunos aprendizajes potencialmente útiles para las experiencias que vienen desarrollándose en Argentina.<hr/>Over the past three decades a significant number of indigenous and/or intercultural universities and other higher education institutions (HEIs) have been created in several Latin American countries. Additionally, "conventional" universities and other HEIs have established degrees, diplomas, and various types of special programs aimed at the inclusion of indigenous people. Some of these educational modalities have been created by indigenous peoples organizations and /or leaders, others by universities and other "conventional" HEIs, sometimes through partnerships between these types of institutions and indigenous organizations, while other initiatives have been driven by States. In Argentina these processes are comparatively newer than in several other countries in the region. This article presents an overview of the types of experiences being developed in several Latin American countries, highlights their main achievements and challenges, and suggests some potentially useful lessons for ongoing processes in Argentina.<hr/>Em vários países da América Latina, e ao longo das últimas três décadas, foram criadas um significativo número de universidades e outras instituições de ensino superior (IES) denominadas indígenas e/ou interculturais. Além disso, também foram criadas licenciaturas, graduações e vários tipos de programas especiais voltados para a inclusão dos povos indígenas em universidades e outras IES "convencionais". Algumas dessas modalidades educacionais foram criadas por organizações e / ou líderes indígenas, por universidades e outras IES "convencionais", através de parcerias entre esses tipos de instituições e organizações indígenas, além de iniciativas tomadas pelos Estados. Na Argentina estes processos são relativamente mais recentes do que em vários outros países da região. Este artigo apresenta uma visão geral dos tipos de experiências que estão sendo desenvolvidas em diversos países da América Latina, apontando para suas principais realizações e desafios, além de sugerir algum tipo de aprendizagem potencialmente útil para as experiências que estão se desenvolvendo na Argentina. <![CDATA[Territorios de diferencia: la ontología política de los "derechos al territorio"]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=en El presente trabajo presenta las bases del enfoque de ontología política para entender las luchas étnico-territoriales en América Latina. Se argumenta que dichas luchas constituyen defensas de mundos u ontologías relacionales, y que los conocimientos generados en ellas por comunidades y activistas encarnan una propuesta de avanzada frente a la crisis social y ecológica de los territorios.El trabajo busca contribuir a repensar la globalidad como estrategia para preservar y fomentar el pluriverso.<hr/>This article presents the rudiments of a political ontology approach to the ethno-territorial struggles in Latin America. Such struggles, it is argued, constitute strategies of the defence of relational worlds, and the knowledge developed in them by communities and activists embodies a far-sighted strategy for the perseverance and fostering of the pluriverse.<hr/>Este trabalho apresenta as bases do enfoque da ontologia política e tem como propósito entender as lutas étnicas e territoriais na América Latina. A argumentação é que ditas lutas constituem defesas de mundos ou ontologias relacionadas e que os conhecimentos gerados nelas pelas comunidades e ativistas conformam uma proposta de avançada perante a crise social e ecológica dos territórios envolvidos. O trabalho procura contribuir no sentido de refletir sobre a globalidade como estratégia para preservar e fomentar o pluriverso. <![CDATA[Feminización del empleo y trabajo precario en las agriculturas latinoamericanas globalizadas]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=en El carácter precario del empleo temporal de las asalariadas agrícolas fue analizado en los estudios de caso realizados en siete países latinoamericanos por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), la Comisión Económica para América latina y el Caribe (CEPAL) y la Organización Internacional del Trabajo (OIT) (FAO-CEPAL-OIT, 2012), cuyas conclusiones estuvieron a mi cargo. Los hallazgos de dichos estudios fueron contrastados con investigaciones bajo nuestra responsabilidad realizadas en el marco de dos proyectos FONDECYT (Fondo Nacional de Desarrollo Científico y Técnico). Ello nos permitió no sólo interpretar los procesos de feminización de los mercados de trabajo sino también comprender la naturaleza de la asalarización, las estrategias migratorias para alargar el tiempo de percepción de salario y el lugar de las mujeres en la agricultura de exportación junto a los cambios identitarios causados por los procesos de modernización y globalización que se han dado en Latinoamérica bajo el neoliberalismo. El artículo aborda las condiciones de trabajo y las migraciones laborales; concluyendo con el análisis de la contra-cara de la precarización laboral que se da a través de las políticas sociales antipobreza. En ellas se expresa la contradicción entre Estados que abandonan el principio de bienestar permitiendo leyes laborales que, al flexibilizar el empleo, reproducen la pobreza; mientras esos mismos Estados tratan de mitigarla con transferencias de recursos a asalariados precarios fuertemente marcados por su condición de género, etnia y nacionalidad.<hr/>The precarious character of temporary employment of female agricultural workers was analyzed in case studies in seven Latin American countries carried out by FAO-ECLAC-ILO during 2011 and 2012, for which I was responsible for the conclusions. The findings of these studies were compared with research under our responsibility carried out in the context of two FONDECYT projects. This fact allowed us to not only explain the process of feminization of the labor markets, but also to understand the nature of wage earning, migratory strategies to extend the time of wage earning, the place of women in export agriculture as well as identity changes caused by modernization and globalization processes that have occurred in Latin America under neoliberalism. The article approaches work conditions and labor migrations, and it concludes with the analysis of the opposite side of labor precarity: anti-poverty social policies. These policies express a contradiction between governments that abandon the principle of welfare enabling labor laws that, through employment flexibilization, reproduce poverty, while in turn those same States attempt to mitigate poverty through transferring financial resources to precarious workers strongly marked by their gender, ethnicity and nationality.<hr/>O caráter precário do emprego temporário das assalariadas agrícolas foi analisado nos estudos de caso de sete países latino-americanos realizados pela FAO-CEPAL-OIT entre os anos de 2011 e 2012, cujas conclusões estiveram sob minha responsabilidade. Os principais resultados dos referidos estudos foram contrastados com pesquisas de nossa incumbência, realizadas dentro do marco de dois projetos FONDECYT. Isso nos permitiu não só interpretar os processos de feminização dos mercados de trabalho, como também compreender a natureza da "assalariação", as estratégias migratórias para estender o tempo de percepção de salário, o lugar das mulheres na agricultura de exportação em associação com as mudanças identitárias provocadas pelo processo de modernização e a globalização que se deu na América Latina sob o neoliberalismo. O artigo aborda as condições de emprego e as migrações por motivo de trabalho. Finaliza analisando a outra faceta da precarização do trabalho que se dá através das políticas sociais "antipobreza", em que se expressa a contradição entre Estados que abandonam o principio do bem-estar permitindo leis trabalhistas que, ao flexibilizar o emprego, reproduzem a pobreza enquanto esses mesmos Estados tratam de combatê-la com transferências de recursos a assalariados precários fortemente marcados por sua condição de gênero, etnia e nacionalidade. <![CDATA[Estética y medios de comunicación: estrategias para la acción política de la dirigencia de una organización de colonos yerbateros de Misiones]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=en El siguiente artículo intenta comprender cuáles son las formas de acción política que asume la Asociación de Productores Agrícolas de Misiones (APAM) para visibilizar sus demandas y resolver los problemas que se presentan. En un contexto de descapitalización de los sectores medios de la agricultura de Misiones, cuya economía se basa principalmente en el cultivo tradicional de la yerba mate, la dirigencia de APAM que asume la representación del sector recurre a diferentes estrategias de acción política que se presentan como disputas en el campo de lo político y lo económico. Son esas estrategias y recursos las que aquí se van a clasificar, describir y desarrollar. El abordaje etnográfico se realizó con el objeto de estudiar las prácticas y las narrativas de los sujetos en la reconstrucción de sus trayectorias de vida. En el análisis, dos variables resultan de importancia: los medios de comunicación como herramientas que los actores recuperan para la acción políticay la estétic como parte de una narrativa que se dirige a situar demandas en la escena pública.<hr/>This article attempts to understand the different political actions that the Asociación de Productores Agrícolas de Misiones (APAM) uses to visibilize their demands and solve the problems they must face. In a context of decapitalization of the middle class agricultural sector, which based its economy on the traditional cultivation of yerba mate, the leadership of APAM -that assumes their representation- uses diverse strategies as forms of political action. These actions are presented as disputes in the political and economical fields and this paper classifies, describes and discusses these strategies and resources. An ethnographic approach was used to study the practices and narratives of subjects in the reconstruction of their life trajectories. Two variables stand out in the analysis developed: media as tools used by actors for political action and aesthetics as part of a narrative that seeks to situate demands in the public scene.<hr/>O seguinte artigo tenta entender quais são as formas de ação política que assume a Associação dos Produtores Agrícolas de Misiones (APAM) para visualizar suas demandas e resolver os problemas que enfrentam. Em um contexto de capitalização em setores médios da agricultura de Misiones, cuja economia é baseada principalmente no cultivo tradicional da erva mate, a liderança da APAM que assumiu a representação do setor utiliza as diferentes estratégias como formas de ação política as quais se apresentam como brigas no campo da política e da economia. São essas estratégias e recursos as que irão classificar-se, descrever-se e desenvolver-se no texto a seguir. Usamos uma abordagem etnográfica, a fim de estudar as práticas e narrativas dos sujeitos na reconstrução das suas trajetórias de vida. Na análise, duas variáveis são de importância: os meios de comunicação como ferramentas dos atores para a ação política e a estética, como parte de uma narrativa que é direcionada para colocar exigências na cena pública. <![CDATA[Sufrimiento y riesgo ambiental: Un estudio de caso sobre las percepciones sociales de los vecinos de 30 de Agosto en el contexto de un conflicto socioambiental]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100005&lng=en&nrm=iso&tlng=en En este artículo se intentaron recuperar los conceptos de "sufrimiento ambiental" (Auyero y Swistun, 2008) y de "riesgo ambiental" (Douglas, 1996; Beck, 1998) para analizar las percepciones sociales de los habitantes de 30 de Agosto, provincia de Buenos Aires, organizados en una protesta frente a una empresa multinacional de venta de agro-insumos emplazada en el centro del poblado. Para ello, se abordarán principalmente las contradicciones y las paradojas que se viven cotidianamente en un pueblo afectado por las consecuencias negativas del modelo agroindustrial, teniendo en cuenta el peso simbólico del empleo agropecuario y el discurso del conocimiento científico como variables fundamentales en la visibilización e invisibilización de los riesgos.<hr/>This article uses the concepts of "environmental suffering" (Auyero and Swistun, 2008) and "environmental risk" (Douglas, 1996; Beck, 1998) to analyze social perceptions of the inhabitants of 30 de Agosto, in the province of Buenos Aires, who organized a protest against a multinational company selling agro-products in the town center. To do so, we mainly address the contradictions and paradoxes experienced daily in a town affected by the negative consequences of the agribusiness model, taking into account the symbolic weight of agricultural employment and the discourse of scientific knowledge as key variables in the visibility and invisibility of risks.<hr/>Este artigo irá tentar recuperar os conceitos de "sofrimento ambiental" (Auyero e Swistun de 2008) e de "risco ambiental" (Douglas, 1996; Beck, 1998) para analisar as percepções sociais dos habitantes de 30 de Agosto, na província de Buenos Aires, que organizaram um protesto contra uma empresa multinacional localizado no centro da cidade que vende agro-insumos. Para isso serão abordadas, principalmente, as contradições e os paradoxos da vida diária em uma aldeia afetada pelas consequências negativas do modelo do agronegócio, tendo em conta o peso simbólico do emprego agrícola e do discurso do conhecimento científico, como variável-chave, para a visibilidade e invisibilidade dos riscos. <![CDATA[Narrativas terapéuticas: Una mirada hacia las intervenciones psicoanalíticas desde una perspectiva socio-antropológica]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en El artículo aborda la producción de narrativas terapéuticas desde una perspectiva antropológica mediante la descripción de las nociones y términos que los psicoanalistas utilizan para describir el devenir de los tratamientos en el contexto de un hospital psiquiátrico. Los datos que se analizan forman parte de una investigación cualitativa en un hospital psiquiátrico de la ciudad de Buenos Aires, cuyo interés fue analizar las prácticas y saberes psiquiátricos y psicoanalíticos a través de la realización de un trabajo de campo etnográfico. El análisis revela que el enfoque psicoanalítico no es sólo un recurso para entender la historia del paciente sino que aspira a producir versiones legítimas sobre la misma. Mediante sus intervenciones los psicoanalistas crean una narrativa sustentada en las líneas argumentativas que emergen en la interacción clínica como resultado de las insinuaciones terapéuticas y no como producto de un descubrimiento de las condiciones inmanentes del paciente.<hr/>The paper focuses on the production of therapeutic narratives from an anthropological perspective by describing the concepts and terms that psychoanalysts use to describe the evolution of treatments in the context of a psychiatric hospital. The data analyzed is part of a qualitative research in a psychiatric hospital in Buenos Aires, which aimed to analyze psychiatric and psychoanalytic practice and knowledge through ethnographic fieldwork. The analysis reveals that the psychoanalytic approach is not only a resource for understanding the history of the patient but aims to produce legitimate versions of it. Through their interventions psychoanalysts create a narrative based on the story-lines emerging in the clinical interaction as a result of therapeutic suggestions and not as a product of the discovery of immanent conditions of the patient.<hr/>O artigo focaliza-se na produção de narrativas terapêuticas a partir de uma perspectiva antropológica, descrevendo os conceitos e termos que os psicanalistas usam para descrever a evolução dos tratamentos no contexto de um hospital psiquiátrico. Os dados analisados são parte de uma pesquisa qualitativa em um hospital psiquiátrico da cidade de Buenos Aires, cujo interesse foi analisar os saberes e práticas da psiquiatria e a psicanálise através da realização de um trabalho de campo etnográfico. A análise revela que a abordagem psicanalítica não é apenas um recurso para a compreensão da história do paciente, mas tem com objetivo produzir versões legítimas da mesma. Por meio de suas intervenções os psicanalistas criam uma narrativa sustentada em linhas argumentativas emergentes da interação clínica, como resultado das insinuações terapêuticas e não a descoberta de condições imanentes do paciente. <![CDATA[Migraña y (des)encuentros: encierros y relaciones vinculares a partir de dolores de cabeza crónicos]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Basándose en las ciencias sociales, este texto explora y analiza la relación entre los relatos de quienes padecen dolores de cabeza crónicos categorizados como "migraña" y las personas de su entorno. Para lograr este propósito, el estudio conecta la noción de "(des)encuentros" con las categorías de "yo" y "tú". El trabajo de campo se realizó en un hospital público de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires donde se entrevistó a médicos neurólogos y a personas con migraña mientras que por fuera del hospital se entrevistó a vínculos cercanos (familiares, amigos). Estos dolores de cabeza plantean el tema del aislamiento como una cuestión central que los diferencia de otros padecimientos crónicos porque sus características discapacitantes modifican rotundamente la cotidianeidad. De este modo, a través del análisis de narrativas, es posible visualizar el problema y las particularidades de la relación entre "yo" y "otros" asociada a la separación y el encierro. Es decir, estas prácticas de alejamiento están atravesadas por experiencias de sufrimiento y desencuentro que involucran tanto a quienes tienen migraña como a sus vínculos cercanos.<hr/>Based in the social sciences, this article explores and analyzes the relationship between narratives of people with chronic pain categorized as "migraine", and people related to these patients. For this purpose, the study connects the notion of failed meetings with the categories of "I" and "you". Fieldwork was conducted in a public hospital in the Autonomous City of Buenos Aires, where neurologists and patients suffering migraine were interviewed. Outside the hospital, interviews were conducted with the patients, friends and family. According to the interviews, the appearance of migraine creates isolation and certain practices that modify the relationship with others. Unlike other chronic conditions, isolation is a central issue in these kinds of headaches because their symptoms greatly affect and modify everyday life. Through the analysis of narratives it is possible to visualize the problem and the specificities of the relationship between "I" and "others" associated to separation and isolation. That is, these practices of withdrawal are affected by experiences of suffering and failed encounters that involve not only patients but also their families and friends.<hr/>O objetivo do artigo é, a partir do padecimento de dores de cabeça classificadas como enxaqueca, analisar a relação entre as histórias dos doentes e de seu ambiente através de um eixo que ligue a ideia de desentendimentos com as categorias de eu e tu. O trabalho de campo foi realizado em um hospital público da Cidade Autônoma de Buenos Aires, aonde foram entrevistadas pessoas com enxaqueca e neurologistas médicos. E fora do hospital foram entrevistados familiares e amigos. A enxaqueca levanta a questão do isolamento como uma questão central porque seus sintomas modificam-se fortemente todos os dias. Através da análise das narrativas, tornam-se visíveis as separações e encerramentos entre os pacientes e suas famílias. Isto é, quem padece esse sintoma diz fechar-se e precisar afastar-se de tudo e de todos. Estas práticas de afastamento e fechamento são atravessadas por experiências de sofrimento e desentendimentos, envolvendo tanto os doentes de enxaqueca como outras pessoas. <![CDATA[Análisis del aprendizaje sobre la autogestión: La cuestión específica de los aportes y distribución de recursos]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Se presentan resultados de una investigación colaborativa de corte etnográfico y sociolingüístico desarrollada junto a organizaciones en la Argentina contemporánea para analizar el aprendizaje sobre la autogestión. Se parte de una definición clásica del concepto de "aprendizaje" (Bleger, 2007) y se concluye que una propuesta transdisciplinar permite interpretar en su especificidad los aprendizajes en estas organizaciones. Se identifican los tipos diversos de aprendizajes necesarios para sostener la autogestión a través del análisis específico de la generación y la colectivización de recursos y aportes. Por último, se realiza una elaboración acerca de la complejidad de este tipo de aprendizajes cuando se practican desde un enfoque que tiende hacia la autonomía como proyecto humano, siguiendo la conceptualización de Cornelius Castoriadis (1997, 2007).<hr/>Results from a collaborative ethnographic and sociolinguistic study are presented to analyze lessons in self-managed organizations in contemporary Argentina. We build on Bleger´s (2007) classic definition of "learning" in order to construct an inter-disciplinary analytical frame to interpret the specific characteristics found in these groups, according to their general orientation towards autonomy as a human project (Castoriadis, 1997, 2007). Our analysis shows the complexities associated to this framework, as well as the specific abilities that are continually learned by participants within self-management as an organizational context.<hr/>Neste texto são apresentados os resultados de um estudo de orientação etnográfica e sociolinguística sobre o que é considerado aprendizagem em associações de autogestão na Argentina contemporânea. Exploramos o conceito de "aprendizagem" proposto por Bleger (2007) na construção de um modelo analítico interdisciplinar para o exame de características peculiares para esses grupos, que se orientam pelo entendimento da autonomia como um projeto humano (Castoriadis, 1997, 2007). Nossa análise evidencia tanto as complexidades associadas a essa orientação, assim como as aprendizagens específicas que são continuamente aprendidas pelos participantes em um contexto organizacional de autogestão. <![CDATA[Tras la pista de la corporación: Redes, relaciones y campo etnográfico a partir del "caso por espionaje" en Trelew]]> http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1850-275X2015000100009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Se presentan resultados de una investigación colaborativa de corte etnográfico y sociolingüístico desarrollada junto a organizaciones en la Argentina contemporánea para analizar el aprendizaje sobre la autogestión. Se parte de una definición clásica del concepto de "aprendizaje" (Bleger, 2007) y se concluye que una propuesta transdisciplinar permite interpretar en su especificidad los aprendizajes en estas organizaciones. Se identifican los tipos diversos de aprendizajes necesarios para sostener la autogestión a través del análisis específico de la generación y la colectivización de recursos y aportes. Por último, se realiza una elaboración acerca de la complejidad de este tipo de aprendizajes cuando se practican desde un enfoque que tiende hacia la autonomía como proyecto humano, siguiendo la conceptualización de Cornelius Castoriadis (1997, 2007).<hr/>Results from a collaborative ethnographic and sociolinguistic study are presented to analyze lessons in self-managed organizations in contemporary Argentina. We build on Bleger´s (2007) classic definition of "learning" in order to construct an inter-disciplinary analytical frame to interpret the specific characteristics found in these groups, according to their general orientation towards autonomy as a human project (Castoriadis, 1997, 2007). Our analysis shows the complexities associated to this framework, as well as the specific abilities that are continually learned by participants within self-management as an organizational context.<hr/>Neste texto são apresentados os resultados de um estudo de orientação etnográfica e sociolinguística sobre o que é considerado aprendizagem em associações de autogestão na Argentina contemporânea. Exploramos o conceito de "aprendizagem" proposto por Bleger (2007) na construção de um modelo analítico interdisciplinar para o exame de características peculiares para esses grupos, que se orientam pelo entendimento da autonomia como um projeto humano (Castoriadis, 1997, 2007). Nossa análise evidencia tanto as complexidades associadas a essa orientação, assim como as aprendizagens específicas que são continuamente aprendidas pelos participantes em um contexto organizacional de autogestão.