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Insuficiencia cardíaca

versión On-line ISSN 1852-3862

Resumen

BONAFEDE, Roberto J.  y  MOSSO, Gastón F. R.. Insuficiência cardíaca: Análise observacional de base de dados. Insuf. card. [online]. 2008, vol.3, n.2, pp. 65-71. ISSN 1852-3862.

Introdução. A insuficiência cardíaca (IC) é a doença com maior incidência, que mais internações e gastos produzem aos sistemas de saúde no mundo ocidental. Objetivos. Construir uma base de dados, buscar na observação retrospectiva alguma tendência na evolução clínica e ecocardiográfica. Analisar a magnitude do problema em nosso meio, aprender do seguimento realizado e transformar o consultório de insuficiência cardíaca em uma unidade mais complexa com seguimento telefônico. Material e método. Desde 24-02-94 até esta data se incluíram 118 pacientes, carregando de cada um deles na base de dados: idade, sexo, fatores de risco, etiologia, evolução clínica e ecocardiográfica, drogas utilizadas no tratamento médico, tratamentos alternativos. Consumo de O2 pico, data de início do tratamento com beta bloqueantes (BB), classe funcional (CF) ao começo e posterior ao mesmo, mortalidade, causas de morte, transplantes cardíacos (TC), antecedente de cirurgia de revascularização, angioplastia percutânea transluminal coronária e marcapasso definitivo. Internações prévias ao início do beta-bloqueante e posteriores. Na, K, data da primeira consulta, data da última consulta, tempo de seguimento em meses. Diabetes (DBT), hipertensão arterial (HTA), dislipidemia, hipotiroidismo. Eletrocardiograma e hipertrofia ventricular esquerda. Resultados. A idade média foi de 60,09±11,08 anos, 82% masculino e 18% feminino. A etiologia isquêmica foi de 28%, hipertensiva de 24%, idiopática de 22%, chagásica de 17%, e 9% de valvulopatias. Dos 118 pacientes, estão atualmente em seguimento 33 (27%), 5 deles estão esperando TC, 7 (21%) foram transplantados. A média desde o primeiro sintoma à última consulta foi de 7,46 anos. O sintoma de início mais freqüente foi dispnéia (51,51%). A CF média ao começo do seguimento foi de 2,63 e à última consulta de 2,15. Constataram-se 19 mortes (57%). As causas de morte foram: morte súbita 8 (42%), IC 4 (21%), morte não cardíaca 2 (10,52%), outras causas cardiovasculares 5 (26%). A média de seguimento foi de 45,53 meses, perderam-se no seguimento 52% dos pacientes. Todos eles com seguimento clínico e ecocardiográfico, ao 27% do total se realizou test de consumo de oxigênio máximo.O 100% foi tratado com BB, 75% recebeu enalapril, 0,9% inibidores AT1 e 60% espironolactona. Também receberam: acenocumarol, digoxina, AAS, furosemida, hidroclorotiazida, amiodarona e mexiletina. Conclusões. A IC tem alta incidência e prevalência também em nosso meio, a etiologia mais freqüente foi a isquêmica. A média de seguimento é alta com uma deserção elevada, que o atribuímos principalmente ao não seguimento telefônico. A mortalidade é alta, sendo a morte súbita a causa mais freqüente. É elevado o uso de BB, inibidores de enzima conversora da angiotensina e espironolactona.

Palabras llave : Insuficiência cardíaca; Cardiomiopatia; Base de dados.

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