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Insuficiencia cardíaca

versión On-line ISSN 1852-3862

Resumen

FLORIO, Lucía; VIGNOLO, Gustavo  y  POUSO, Jorge. Hemodinâmica da insuficiência cardíaca crônica estimada por eco Doppler cardíaco e sua evolução após um ano. Insuf. card. [online]. 2008, vol.3, n.4, pp. 159-164. ISSN 1852-3862.

Antecedente. A principal característica fisiopatológica da insuficiência cardíaca é o índice cardíaco (Ic) diminuído. Existem poucas referências bibliográficas sobre o padrão hemodinâmico da insuficiência cardíaca crônica (ICC) avaliado por eco cardiografia Doppler (ED) e sua evolução. Objetivo. Identificar o padrão hemodinâmico em pacientes ambulatórios com ICC por disfunção sistólica (DS) e comparar o mesmo ao ingresso a um programa avançado de tratamento de ICC com o obtido aos 6 meses e ao ano. Método. Recrutaram-se 74 pacientes com ICC em ritmo sinusal, entre o 01/10/2004 e o 30/9/2006 que compareceram ao laboratório de ED para ingressar a um programa de tratamento avançado de ICC. Estimaramse a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), o Ic e a resistência vascular sistêmica (RVS). Incluíramse aqueles pacientes com pelo menos um controle por ED após 6 meses do ingresso. Compararamse os valores encontrados de Ic (L.min.m-2), RVS (dinas.seg.cm-5) e FEVE (%), média e categoria, obtidos na evolução (6 meses e 1 ano), com os dados do ingresso, através do test de t para amostras emparelhadas (α=0,05). Resultado. Consideraram-se 36 pacientes com pelo menos um controle (média: 5,7 meses, após o ingresso) com uma idade média de 60±9 anos, 25 (69%) eram homens. A FEVE ao ingresso foi de 30±7% [15-40], diminuída em 100% dos casos, o Ic de 1,95±0,79 [1,05-4,98] L.min.m-2, diminuído em 78% dos casos e a RVS de 2098±711 [569-3523] d.seg.cm-5, aumentadas em 86% dos casos. No primeiro controle, a FEVE foi de 35±11% [20-58], o Ic de 1,99±0,69 [0,66-4,26] L.min.m-2 e a RVS de 2106±763 [885-3770] d.seg.cm-5. A FEVE mostrou, com respeito ao ingresso, um aumento significativo (p=0,01). O Ic e a RVS mostraram diferenças não significativas, com p=0,85 y p=0,96, respectivamente. Treze pacientes tiveram um segundo controle aos 12 meses do ingresso com idade média de 60±9 anos, 8 (62%) eram homens. Valores ao ingresso: FEVE 33±7% [33-40], Ic 2,06±0,98 [1,30-4,98] L.min.m-2, e RVS 1975±755 [569-3107] d.seg.cm-5. Valores no segundo controle: FEVE 40±9% [30-65], Ic 1,99±0,55 [1,25-3,02] L.min.m-2, RVS 2134±929 [1382-4526] d.seg.cm-5. A FEVE mostrou um aumento significativo (p=0,03). O Ic e a RVS mostraram diferenças não significativas (p=0,71 y p=0,51). Conclusão. A FEVE e o Ic diminuído e a RVS elevada são os padrões hemodinâmicos esperáveis em pacientes com ICC por DS. Verificou-se uma melhora da FEVE após 6 meses e a um ano do ingresso a um programa avançado de tratamento sem mudanças significativas no Ic nem na RVS.

Palabras llave : Insuficiência cardíaca; Eco cardiografia; Indice cardíaco; Resistência vascular sistêmica.

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