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Insuficiencia cardíaca

versión On-line ISSN 1852-3862

Resumen

FLORIO, Lucía; VIGNOLO, Gustavo; CENTURION, Raúl  y  POUSO, Jorge. Utilidade da estimativa do índice cardíaco e da resistência vascular sistêmica por eco-Doppler para o diagnóstico de insuficiência cardíaca. Insuf. card. [online]. 2009, vol.4, n.3, pp. 123-129. ISSN 1852-3862.

Antecedentes. A estimativa do índice cardíaco (Ic) e da resistência vascular sistêmica (RVS) por eco-Doppler cardíaco (ED) é factível e reproduzível, segundo resultados da nossa equipe e de outros. Objetivo. Determinar o valor do padrão hemodinâmico estimado por ED na avaliação diagnóstica de pacientes com possível insuficiência cardíaca congestiva (ICC). Método. Recrutaram-se111 pacientes em ritmo sinusal, entre el 1/10/04 e  30/9/06 que compareceram à avaliação por ED para avaliar o ingresso a uma unidade de tratamento avançado de ICC. Foi condição de ingresso à unidade a presença de critérios de Boston definitivos para ICC e/ou fração  de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) ≤ 40%. Definiram-se 3 grupos: "disfunção sistólica" (DS) 74 pacientes com FEVE ≤ 40%, "ICC sem DS significativa" 26 pacientes com FEVE > 40% e "rechaçados da unidade" (R) 11 pacientes sem DS nem ICC. Determinou-se a porcentagem (%) de pacientes com Ic baixo e RVS altas em cada grupo. Estimou-se o valor preditivo positivo e negativo (VPP e VPN) assim como a sensibilidade (S) e especificidade (E) do Ic baixo e as RVS altas para ICC ou DS analisados em conjunto, com critérios de ingresso à unidade.  Compararam-se os grupos segundo idade, Ic e RVS. A normalidade das variáveis determinou-se por test de Shapiro-Wilk; as variáveis normais compararam-se por análise de variância e as não normais por Kruskal-Wallis. Nível α aceitado 0,01. Resultados. Os 3 grupos eram comparáveis em idade. Grupo "DS": 78,4% com Ic Baixo e 85,1% com RVS altas. Grupo "ICC sem DS significativa": 57,7% com Ic baixo e 88,5% com RVS altas. Grupo "R": 0,0% Ic baixo e 45,5% RVS altas. O grupo "DS" apresentou Ic menor e RVS maior que o grupo "R" (p=0,003 e 0,01) e não se diferenciou do grupo "ICC sem DS significativa". Este último não se diferenciou do grupo "R" para RVS (p=0,15), mostrando uma tendência a um menor Ic (p=0,02). O VPP e VPN do Ic baixo para ICC ou DS foram 100,0% e 28,9% com um intervalo de confiança de 95% (IC 95%) (14,5-43,4) e os de RVS alta foram 94,5% (89,8-99,2) e 30,0% IC95%(9,9-50,1), respectivamente. A E do Ic baixo para ICC ou DS foi de 100,0% e a da RVS alta foi de 54,5% IC95% (25,1-84,0). O S foi de 73,0% (IC95% [64,3-81,7]) e 86,0% (IC95% [79,2-92,8]), respectivamente. Conclusão. Em pacientes com suspeita de ICC, o Ic baixo encontrado confirma o diagnóstico de ICC ou o alto risco de padecê-la. (DS assintomática), com alto VPP e especificidade. A RVS alta  se bem que se associa à ICC, é pouco específica para seu diagnóstico neste grupo etário.

Palabras llave : Insuficiência cardíaca; Ecocardiografia; Índice cardíaco; Resistência vascular sistêmica.

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