SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.16Musical instruments and the Paean inArchilochusVanosruidos de la lengua: la construcción del lenguaje poético en Eurípides índice de autoresíndice de materiabúsqueda de artículos
Home Pagelista alfabética de revistas  

Servicios Personalizados

Articulo

Indicadores

  • No hay articulos citadosCitado por SciELO

Links relacionados

  • En proceso de indezaciónCitado por Google
  • No hay articulos similaresSimilares en SciELO
  • En proceso de indezaciónSimilares en Google

Bookmark


Synthesis (La Plata)

versión On-line ISSN 1851-779X

Synthesis (La Plata) vol.16  La Plata set. 2009

 

ARTÍCULOS

O papel de afrodite nas elegias amoroso-pederásticas dos Theognidea

Glória Braga Onelley

Universidad Federal de Río de Janeiro

Resumen
El artículo trata del análisis de fragmentos dedicados al paidikòs éros y que están en los Theognidea, Libro II, con el objetivo de presentar el horizonte de actuación de la diosa del amor y de la seducción, Afrodita, debido a que ella preside el amor del erastés hacia el erômenos.

Palabras clave: Corpus Theognideum; Elegía Amoroso; Pederástica; Afrodita.

Abstract
This paper has the purpose of analyzing some fragments dedicated to the paidikòs éros and inserted in the Book II of Theognidea seeking to show the horizon of acting of the goddess of love and seduction, Aphrodite, because she presides over the erastés love for the erômenos.

Key words: Corpus Theognideum; Pederastic Love Elegy; Afrodite.

O presente trabalho versa sobre a função de Afrodite, deusa do amor e da sedução, em fragmentos amoroso-pederásticos constantes do Livro II dos Theognidea, coletânea de elegias atribuída, não exclusivamente, ao poeta Teógnis de Mégara,1 cuja plenitude literária, akmē, pode ser situada na segunda metade do século VI a.C.2
É essa coletânea de elegias composta de 1389 versos, distribuídos em um livro de 1230 versos, de temática e extensão bastante variadas, muitos dos quais privilegiam como tema a vida política da cidade, os conflitos de classe, as lutas civis, a amizade, entre outros tópoi da poesia grega arcaica, como a brevidade da juventude e a aproximação da morte, a fragilidade dos homens diante do poder dos deuses, a exortação a beber moderadamente, o carpe diem, só para citar alguns. O Livro I contém, pois, em sua maioria, elegias de conteúdo político, social, moral e parenético. Esses 1230 versos são seguidos de um conjunto menor de fragmentos de temática amorosa, sobretudo amoroso-pederásticos, conhecido como Livro II.3
Considerado autêntico pelos partidários da unidade da coletânea e apócrifo pelos separatistas, entre os quais se inclui a maioria dos helenistas modernos, esse apêndice erótico reúne, em tese, declarações amorosas a um jovem, em geral anônimo – designado pelo vocativo ô paî, 'ó jovem' –, reflexões pessimistas, ameaças e reprovações do homem mais velho, o erastēs, 'amante', diante do comportamento leviano e inconstante do erômenos, 'o amado'.
Inicia-se o referido livro de elegias amorosas com uma prece hímnica4 ao deus do amor, Éros, responsável por manifestações irracionais (maníai, 'loucuras') que se apoderam do espírito humano, trazendo-lhe funestas consequências, inclusive a morte. Os dísticos 1231–1234 dos Theognidea, abaixo transcritos e traduzidos, resumem o que Eric Dodds (1966: 64) designou manía, 'loucura', erótica:

Cruel Eros, as Manias, tendo-se apoderado de ti, te amamentaram; por tua causa, pereceu a cidade de Ílion, pereceu também o grande Teseu, filho de Egeu, e, ainda, o valoroso Ájax, filho de Oileu, por causa de teu orgulho insensato.5

Expressa-se nos referidos versos o amor como completa loucura, desvario e, por conseguinte, aniquilamento, já que devido ao éros – loucura, cujas raízes se perdem no passado mitológico da Grécia, heróis foram ao encontro da morte. Revela essa prece ao deus que, em virtude do amor desenfreado incitado por Éros, sucumbiram a cidadela de Ílion, por causa do amor desmedido de Páris por Helena, o herói Teseu, pela tentativa de ajudar Pirítoo a raptar Perséfone – uma ameaça direta às fronteiras entre os vivos e os mortos – e também Ájax, ao que parece pela violação da sacerdotisa Cassandra, no templo de Palas Atena, em Tróia.6 Tendo, pois, inspirado os mortais a transgredir a ordem divina, Éros é considerado skhlétie, 'cruel' (v. 1231), não somente pelo fato de causar sofrimento às suas vítimas, mas também por impeli-las a cometer atos cruéis e impiedosos semelhantes aos seus próprios. De fato, como bem observou Maximus Vetta (1972: 40), o ponto comum dos três exemplos míticos evocados é a asébeia, 'impiedade', inspirada por Éros e depois punida com a morte. Note-se, ainda, que a relação éros–loucura é assinalada pela imagem do aleitamento da divindade pelas Maníai, causadoras das catástrofes amorosas.
É interessante lembrar que os paradigmas míticos destacados para acentuar o ânimo cruel de Éros se referem ao amor por mulheres e não por efebos. Portanto, a invocação ao deus do Amor não deve constituir o prólogo do Livro II dos Theognidea, como pretenderam os defensores da unidade da coletânea, nem se referir, como conjecturou Dover (1994: 87) 'tanto ao éros homossexual quanto ao heterossexual', em virtude de o tom e o conteúdo da invocação e da súplica não se harmonizarem com a temática amorosa delineada neste apêndice erótico.
Na verdade, no contexto amoroso-pederástico do Corpus Theognideum, o paidikòs éros é atribuição exclusiva da deusa Afrodite, designada por três outros nomes: Kyprogenēs, Kythéreia e Kýpris, respectivamente, Ciprogênia ou nascida em Chipre, Citereia e Cípris.7 E é como divindade regente do paidikòs éros que o erastēs, 'amante', ao sofrer as inquietudes do amor, chama-a pelo nome para libertá-lo dos sofrimentos que acometem seu coração e são motivados pela presença de éros:

Ó Ciprogênia, afasta-me dos sofrimentos, dissipa as preocupações
que devoram meu coração e fá-lo voltar de novo à alegria; faz cessar as funestas inquietudes, e concede-me, depois de ter satisfeito com alegre coração
a pujança da juventude, as obras da temperança.
(Theognidea, vv. 1323-1326)

Como se infere dos dísticos citados,8 ao solicitar a ajuda divina, o amante o faz de modo idêntico à voz do fragmento da poetisa Safo, conhecido como 'Hino a Afrodite', no qual é também a deusa invocada para pôr termo às 'penosas inquietações', khalépan ... merímnan (v.26), que subjugam o sujeito lírico, causando-lhe danos na mente e no corpo, expressos por ásaisi, 'angústias', e oníaisi, 'náuseas' (v. 3). Deste modo, a súplica inicial do 'Hino a Afrodite' – 'não me domes com angústias e náuseas, / ó veneranda, o coração' (vv. 3-4) – é reiterada pelo pedido veemente da suplicante que implora à deusa do amor a libertação da batalha amorosa, possível de ser vencida somente com a ajuda divina:

Vem até mim também agora, e livra-me das penosas
inquietações, cumpre o que meu
coração deseja, cumpre, e tu mesma
sê na luta minha aliada.
(Fragm. 1, vv. 25-28)9

O poder invencível de Afrodite transparece também na linguagem erótico-amorosa formulada na prece final do Corpus Theognideum (vv. 1386-1389), na qual se confere à deusa uma atuação ardilosa e dominadora, assinalada não só pelo epíteto dolóploke,10 'tecelã de astúcias, astuciosa' (v. 1386) – em cuja primeira parte, dolo-, está implícita a ideia de dolo, engano, astúcia e, na segunda, ploke-, derivada de pléko, a de tecer e, metaforicamente, a de tramar –, mas também pela forma verbal damnaîs 'submetes pela força', 'domas', 'dominas' (v. 1388), a qual indica, à semelhança de Hesíodo (Teogonia, vv. 120-122),11 a violência com a qual o amor domina o ânimo. Assim, sendo a Ciprogênia aquela que urde enganos, logo 'tecelã de astúcias', triunfa a deusa sobre a prudência dos homens, envolvendo-os com seu amor arrebatador, o seu 'dom', o seu dôron (v. 1387). É, pois, esse dom, concebido em outros versos do Corpus ora como 'trabalhos difíceis de Cípris' (v.1308), ora como 'penosos sofrimentos' (v.1384), que atormenta de paixão a mente do amante:

Ó Ciprogênia, astuciosa deusa de Citera, que coisa magnífica
Zeus, para te honrar, te deu para que possuísses este dom?
Dominas o espírito prudente dos homens, e ninguém
é tão forte e tão sábio que saiba evitar-te.

(Teognidea, vv. 1386-1389)

É interessante ressaltar que o hexâmetro final da citada elegia, 'dominas o espírito prudente dos homens' (v.1388), dialoga com um passo da Ilíada em que a astuciosa Hera, desejando seduzir seu marido Zeus para afastá-lo da guerra entre aqueus e troianos, toma por empréstimo o cinto bordado de Afrodite, no qual se encontram todos os seus poderes e encantos, enganadores do coração dos mais sensatos:

Disse, e do peito tirou um cinto bordado de variadas cores;
ali se lhe produzem todos os encantos,
ali há amor, desejo e conversação
enganadora, que arrebata a mente mesmo a dos mais sábios.
(Ilíada, XIV. 214-217)

Faz-se mister ressaltar que, se nos citados versos 1323-1326 e 1386-1389, a súplica é indireta, assumindo a forma de uma prece hímnica a Afrodite, em outras elegias amorosas a súplica é destinada à pessoa amada, ao erômenos. Assim, na relação erótica masculina, os mais veementes apelos do amante, para convencer o jovem a entregar-se a seu amor, situam-se, às vezes, na esfera do efêmero, tendo em vista lembrar ao ente amado que a beleza física, simbolizada pelos dons de Afrodite, também é passageira. Logo, ao perder a flor da juventude, o jovem não mais será objeto de ostentação e de conquista, ao contrário, será ele a sofrer os penosos trabalhos impostos pela deusa do amor, já que, mais tarde, assumirá o papel de erastēs. Este tom de advertência constitui a tônica de três elegias compreendidas entre os versos 1299-1304, 1305-1310 e 1319-1322 do Corpus Theognideum, nos quais a juventude determina a fase de atuação amorosa do efebo, marcada pela beleza efêmera, atributo da esfera de Afrodite. Ei-los:

Ó jovem, até quando me escaparás? Porque eu te desejo,
te persigo; que me seja possível conseguir o fim
de tua cólera; com teu coração libertino e altivo,
foges, tendo o feitio cruel de um milhafre.
Vai, espera e dá-me tua gratidão: não mais terás,
por muito tempo, o dom da Afrodite, coroada de violetas.
(vv.1299-1304)

Tendo percebido em teu coração que a flor da encantadora juventude é mais rápida
do que a corrida do estádio, depois de dar-te conta disso, livra-me
do laço, e que jamais tu sejas violentado, ó mais forte dos jovens, e ten-
has de suportar os trabalhos difíceis de Cípris,
como eu sofro agora a este ponto por ti. E tu evita essas coisas,
e que a maldade não te vença como vence um jovem ignorante.
(vv. 1305-1310)

Ó jovem, já que a deusa Cípris te deu uma graça encantadora,
e todos os jovens se preocupam com a tua beleza,
escuta minhas palavras e guarda-as em consideração a mim, em teu coração,
sabendo que o amor para o homem se torna penoso de suportar.
(vv.1319-1322)

Note-se que a brevidade da juventude, lugar-comum nos poetas arcaicos, é empregada nas duas primeiras elegias mencionadas como um argumento para sensibilizar e persuadir o adolescente a ceder às solicitações do amante, que o adverte a entregar-se aos prazeres de Cípris, enquanto possuir a beleza e o vigor da fugaz juventude. Recurso análogo é apresentado nos dísticos 1327-1334 em que o amante rejeitado lembra ao jovem que um dia, depois de passar à condição de erastēs, será ele a suplicar o carinho do ente amado, e será Afrodite quem irá impor-lhe a retaliação:

Ó jovem, enquanto tiveres a face lisa, jamais deixarei de te elogiar,
nem mesmo se fosse meu destino morrer.
Para ti que te entregas, é ainda honroso, mas para mim que te amo
não é vergonhoso
suplicar. Mas te imploro, por nossos pais,
tem piedade de mim, ó jovem < >, dando-me gratidão se é que
algum dia tu também
terás, se desejares, o dom da Ciprogênia, coroada de violetas,
e irás para junto de um outro jovem; mas te permita a deusa
receber em troca as mesmas palavras.

É digna de nota a semelhança do dístico final da elegia com a penúltima estrofe do citado fragmento da poetisa Safo, no qual a deusa regente de éros, Afrodite, ciente de seu ilimitado e irresistível poder, lembra à suplicante a regra norteadora das relações amorosas: o objeto amado, ao desdenhar o amante, também poderá apaixonar-se e não ser igualmente correspondido. Também em Safo, será Afrodite o instrumento de vingança:

na verdade, se ela foge, bem depressa (te) persegrá,
se não aceita os dons, ao contrário (te) dará,
se não ama, bem depressa (te) amará,
mesmo contra a vontade.
(Fragm. 1, vv. 21-24)12

À guisa de conclusão, pode dizer-se, com base na análise dos versos teognídeos, que embora Eros e Afrodite figurem no chamado Livro II como divindades inspiradoras do amor, é somente Afrodite quem preside aos amores pelos adolescentes. Efetivamente, é a deusa que concede ao amado a beleza efêmera, mas é também ela que inflama de paixão o coração do amante ou o liberta dos dissabores de éros.

Notas

1 Dos 1389 versos que compõem o Corpus Theognideum somente uma pequena parte é atribuída, pela maioria dos helenistas modernos, ao poeta elegíaco Teógnis de Mégara. Posicionamentos vários e divergentes têm sido dados a esta complexa questão da autenticidade, quer pelos partidários da unidade e autenticidade da coletânea, quer pela maioria da crítica moderna, defensora de ser o Corpus um acervo de composições poéticas procedente de variadas mãos. Para a discussão da controvertida questão da autenticidade, citam-se os estudos de Carrière e Van der Valk, indicados na bibliografia.

2 Três são as possíveis datas acerca da época em que teria vivido o poeta Teógnis: a primeira, defendida pelo helenista inglês Martin West (1974: 68-70), situa a akmē do poeta na segunda metade do século VII a. C.; a segunda e a terceira datam Teógnis dos séculos VI e V a.C., respectivamente, segundo a interpretação distinta dada pelos estudiosos ao termo gegonōs da Suda, empregado ora na acepção de 'nascido', ora na de 'florescido'.

3 No manuscrito A, datado do século X e o único a revelar a existência do livro de elegias amorosas, os versos 1231-1389 do Corpus Theognideum figuram com o título de Elegeíon B.

4 Três são os elementos estruturais de uma prece: a invocação propriamente dita, a narração de fatos passados de autoria da divindade (anamnese) e a prece ou súplica. Dos versos 1231-1234 está ausente o último elemento, pois neles não está expresso um verbo apropriado, como 'suplico', 'imploro'. Os motivos convencionais são assinalados pela invocação ao deus Éros, acrescida de um qualificativo adequado à própria divindade e ao contexto, e pela anamnese, ou seja, pela alusão a acontecimentos passados que ressaltam o lamentável destino de certos heróis, como os que combateram em Tróia, Teseu e Ájax.

5 Todas as traduções apresentadas são de responsabilidade da autora do artigo. O texto grego usado na tradução dos Theognidea é o da edição de West.

6 Para as versões míticas acerca da morte de Teseu e da de Ájax, ver Maximus Vetta (1972: 39-42).

7 Para os nomes Ciprogênia e Citereia apresenta-se em Teogonia (vv. 195-199) uma explicação etiológica:

... Afrodite,
[deusa nascida da espuma, e Citereia coroada de flores]
Chamam-na deuses e homens, porque na espuma
foi criada, mas Citereia porque alcançou Citera.
[e Ciprogênia, porque nasceu em Chipre, de ondas encrespadas.]

7 A importância do nome Kýpris, derivado de Kýpros, 'Chipre', consiste na ligação entre a deusa e o local de seu nascimento.
No chamado Livro II dos Theognidea, um genuíno código de amor efébico, o nome Ciprogênia é mais empregado e ocorre nos versos 1304, 1308, 1323, 1332, 1382, 1383, 1385 e 1386. Citereia é, depois de Ciprogênia, o mais usual, figurando nos versos 1339 e 1386. Quanto ao nome Cípris, há apenas uma ocorrência, no verso 1320.

8 É possível estabelecer um diálogo entre a elegia referida (vv. 1323-1326) e os dísticos 1337-1340 dos Theognidea, cujo tema é também a libertação do amor por intercessão da deusa Afrodite/Citereia:

Não amo mais um jovem, expulsei os penosos sofrimentos,
e, feliz, escapei aos terríveis tormentos,
fui libertado do desejo por Citereia, de formosa coroa;
para ti, ó jovem, não há de minha parte reconhecimento algum.

9 O texto grego usado é o da Loeb Classical Library, GREEK LYRIC I.

10 Dolóploke,'tecelã de astúcias, astuciosa', epíteto consagrado à deusa Afrodite, tem sua primeira ocorrência no fragmento 1 (v.2) da poetisa Safo, 'Hino a Afrodite' (Loeb).

11 Em Hesíodo (Teogonia, vv. 120-122, Les Belles Lettres), Eros aparece entre as mais antigas divindades como uma força externa que submete deuses e homens:

[...]
e Eros, o mais belo entre os deuses imortais,
que amolece os membros e, no peito de todos os homens e de todos os
deuses,
domina a mente e a prudente vontade.

12 O texto grego usado é o da Loeb Classical Library, GREEK LYRIC I.

Bibliografía

Textos

1. CAMPBELL, D. A. (1994) Sappho and Alceus. Cambridge.         [ Links ]

2. MAZON, P. (1928) Hésiode ; Théogonie ; Les travaux et les jours ; Le Bouclier. Paris.         [ Links ]

3. MAZON, P. ( 1957) Homère ; Iliade. Paris: Les Belles Lettres, 4v.         [ Links ]

4. WEST, M. L. (1989) Iambi et Elegi Graeci ante Alexandrum Cantati. Londres.         [ Links ]

5. VETTA, M. (1980) Theognis; Elegiarum Liber Secundus. Roma.         [ Links ]

Livros

6. CARRIÈRE, J. (1946) Théognis de Mégare. Étude sur le recueil élégiaque attribué a ce poète. Paris.         [ Links ]

7. DODDS, E. R.(1966) The Greeks and the Irrational. Berkeley.         [ Links ]

8. DOVER, K. J. A. (1994) Homossexualidade na Grécia Antiga. Tradução de Luís S. Krausz. São Paulo.         [ Links ]

9. WEST, M. L. Studies in Greek Elegy and Iambus. New York.         [ Links ]

Artigos

10. PEREIRA, M. H. da Rocha (1993) "Amizade, amor e Eros na 'Ilíada'", Humanitas, 45: 3-16.         [ Links ]

11. VAN DER VALK, M.H.A.I.V. (1955-1956) "Theognis", Humanitas, 4-5: 68-140.         [ Links ]

Capítulo de livro

12. LEWIS, J. M. (1985) "Eros and the polis in Theognis Book II", en FIGUEIRA, T. J.; NAGY, G. (eds.) Theognis of Megara. Poetry and the polis. Baltimore and London: 197-222.         [ Links ]

Para una correcta visualización de los artículos de Synthesis se recomienda tener instalada la fuente Palatino Linotype.